Futuro chanceler recorre a amadores, na transição, para estruturar o Itamaraty

Ernesto Araújo isola diplomatas e se cerca de representantes do PSL
Redação
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Novo chanceler devia confiar mais em sua reputação junto a verdadeiros diplomatas. (Foto: Valter Campanato/EBC)

Ao definir o grupo de trabalho de Relações Exteriores na transição, o futuro chanceler Ernesto Araújo deu sinais desanimadores, isolando os diplomatas na presunção de que o Itamaraty o rejeita em uníssono, o que não é verdade. Integram o grupo, além de Ernesto, apenas dois diplomatas. Os demais são amadores, como Leticia Catelani, do PSL-SP, que podem ser bons em suas áreas, mas não em política externa. Ernesto deveria acreditar mais no seu taco entre os próprios colegas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O nº 2 do futuro chanceler é Filipe Pereira, “assessor internacional do PSL”. Exatamente a função de Marco Aurélio Top-Top Garcia no PT.

Outro diplomata do grupo é um principiante, o terceiro-secretário Diego Campos. A mulher dele, Marcela, tradutora, também integra a equipe.

Há diplomatas experientes que desejam contribuir, mas Ernesto só chamou seu amigo e confidente Flavio Sapha, conselheiro na carreira.

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